Escreva a sua pesquisa

10 de julho de 2019

Incontinência urinária - O que é e como tratar?

quarta-feira, julho 10, 2019
Todos nós corremos o risco de contrair doenças diariamente, por isso, é essencial cuidar da saúde e procurar ter bons hábitos. Uma doença que pode atacar qualquer pessoa é a incontinência urinária. 

O que é incontinência urinária? 

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina. Esse problema é comum e constrangedor. A gravidade dessa doença varia. Em alguns casos, a pessoa não consegue segurar a urina quando faz esforços como espirrar e tossir. Em outros casos, a vontade de urinar é tão forte e súbita que não dá tempo de chegar a uma casa de banho. 

Esse problema no sistema urinário atinge milhões de pessoas em todo o mundo, nos dois sexos, sendo duas vezes mais comum nas mulheres. É um problema que afeta também todas as idades, porém, é mais comum nos idosos. 


Os tipos de incontinência urinária são: 

De esforço – A incontinência de esforço ocorre quando a pessoa não tem força muscular pélvica suficiente para reter a urina. Isso significa que a pessoa terá perda de urina ao espirrar, rir, tossir, levantar alguma coisa, fazer exercícios físicos, subir escadas, mudar de posição ou fazer algo que dê pressão a bexiga ou stress. Ela ocorre com maior frequência em homens e mulheres que sofreram alguma lesão do esfíncter urinário. 

Urgência – A incontinência de urgência é uma vontade de urinar tão forte que a pessoa não consegue chegar à casa de banho a tempo. Isso pode ocorrer mesmo quando a pessoa tem uma pequena quantidade de urina na bexiga. A principal causadora desse tipo de incontinência é a síndrome da bexiga hiperativa. 

Transbordamento – Esse tipo de incontinência acontece quando a bexiga está sempre cheia, acontecendo vazamentos. Também pode ocorrer de a bexiga não se esvaziar completamente, o que causa o gotejamento. 

Funcional – A incontinência funcional ocorre quando uma pessoa reconhece a necessidade de urinar, mas está impossibilitada de ir à casa de banho por causa de alguma doença ou complicação que a impede de ir  por conta própria. 

Mista – A incontinência mista acontece quando os sintomas podem se misturar. 

Quais os sintomas e fatores de risco? 

Os sintomas da incontinência urinária são: 

Incontinência de esforço (libertação involuntária de urina, principalmente, ao rir, tossir ou espirrar e vazamento de uma pequena a moderada quantidade de urina); 

Incontinência de urgência (incontrolável e frequente necessidade súbita de urinar e pode vazar uma quantidade de urina grave ou moderada ou até pequena); 

Transbordamento (vazamento de urina durante o sono, necessidade urgente de urinar diversas vezes durante a noite, necessidade de se esforçar ao urinar e sensação de que a bexiga não está vazia, jato urinário fraco e vazamento de uma pequena quantidade de urina); 

Funcional (a pessoa urina antes de chegar ao banheiro). 

Já os fatores de risco desse problema de saúde são: 

Idade – As hipóteses de ter incontinência aumentam com o avanço da idade. 

Sexo – A incontinência é no mínimo duas vezes mais comum em mulheres. 

Raça – Mulheres brancas são mais propensas a ter incontinência de esforço, se comparadas com mulheres asiáticas e negras. 

Obesidade – O peso extra aumenta a pressão na bexiga e os músculos ao redor, o que os deixa fracos. 

Doenças – Algumas doenças que aumentam o risco dessa condição são as doenças neurológicas ou diabetes. 

Como tratar a incontinência urinária? 

O tratamento da incontinência depende do tipo, da gravidade e das causas. Poderá ser necessária uma combinação de tratamentos. Em primeiro lugar são sugeridos os tratamentos menos invasivos e depois, caso não tenham efeito, os médicos podem apostar em outras opções. 

Alguns tratamentos para incontinência da urina são: técnicas comportamentais, cinesioterapia do assoalho pélvico, estimulação elétrica, medicamentos, dispositivos médicos, terapias de intervenção, cirurgia, absorventes e cateteres.

8 de julho de 2019

Ácido fólico ajuda a engravidar?

segunda-feira, julho 08, 2019
Ter um filho, embora seja algo comum, precisa de muitos cuidados para que a criança não nasça com problemas físicos e mentais. Uma substância que ajuda na saúde do bebê é o ácido fólico. 
ácido fólico ajuda a engravidar?

O que é o ácido fólico? 

O ácido fólico é uma substância também conhecida como folato, metilfolato ou vitamina B9. É uma vitamina do complexo B, presente em diversos alimentos e solúvel em água. O folato é encontrado naturalmente nos alimentos e o ácido fólico é a forma sintética do folato utilizada em medicamentos. 

Alguns benefícios dessa vitamina são: 

Fundamental na gravidez – Para grávidas, o ácido fólico é muito importante para o desenvolvimento correto do feto e formação do tubo neural. A suplementação deve começar no mínimo um mês antes de engravidar e é essencial nos primeiros dois meses após a concepção. Isso se deve ao fato de ser nesse período que acontece o desenvolvimento do sistema nervoso e tubo neural do feto. 

Faz bem para ao cabelo, unhas e à pele – Todas as vitaminas do complexo B, inclusive, o folato tem papel fundamental na saúde do cabelo, unhas e pele. O folato que na forma sintética é o ácido fólico auxilia no crescimento dos cabelos e das unhas, combate a dermatite e a acne, deixando a pele com um brilho saudável e controla a oleosidade. 

Fortalece a imunidade – O sistema imunológico é muito mais forte em pessoas que consomem as vitaminas do complexo B como o ácido fólico. 

Aliado do cérebro – Além de ser muito importante para o desenvolvimento do sistema nervoso do feto, o folato é essencial para a função cerebral e tem um papel fundamental na capacidade cognitiva e na saúde mental e emocional. 

Faz bem para o coração – O folato se combinado com as vitaminas B6 e B12 forma uma enzima que diminui os níveis de homocisteína, um aminoácido que em excesso prejudica o aparelho cardiovascular (coração e sistema circulatório), impedindo que ocorra a reparação celular. Altos níveis de homocisteína contribuem para o endurecimento dos vasos sanguíneos, o que aumenta a pressão arterial. 

Alimentos fontes de ácido fólico – Os alimentos ricos em folato são as folhas verdes escuras, principalmente, espinafre, salsa, alface, couve e brócolos, cereais integrais, cogumelos, feijões, fígado de galinha, germe de trigo, ovo, banana, melão, tomate, laranja, manga e abacate. Os alimentos ricos em folato devem fazer parte da sua dieta diária. 


Ácido fólico ajuda a engravidar? 

Uma dúvida que muitas mulheres têm é se esse ácido ajuda a engravidar, a resposta é não. Entretanto, essa vitamina diminui o risco de malformações no cérebro e na medula espinhal do bebê. A falta desse nutriente durante a gravidez também pode causar anemia, pois, ele atua na renovação dos glóbulos vermelhos do sangue. 

Como e quando tomar o ácido fólico? 

Esse ácido deve ser tomado durante toda a vida, mas especialmente, quando uma mulher está a pensar em engravidar. Um dos motivos que se recomenda ao planear uma gravidez é a prevenção de malformações neurológicas do bebé e isso pode ser feito com uma medida simples: O consumo diário de 400 mcg (micrograma) desse ácido (também chamado de folato). 

É muito importante a ingestão diária de 400 mcg de ácido fólico pelo menos um mês antes de engravidar, porque essa vitamina é essencial para que o bebê nasça saudável

Se estiver pensando em engravidar, procure, no mínimo um mês antes de a gestação acontecer, consumir alimentos ricos em ácido fólico. Entretanto, só os alimentos não são o suficiente para conseguir a quantidade adequada da vitamina. Então procure um profissional que irá prescrever 1 comprimido desse ácido por dia, pelo menos um mês antes da gestação e durante os 2 ou 3 primeiros meses de gravidez. Isso aumentará as hipóteses de o bebé nascer sem problemas de formação e cerebrais.

3 de julho de 2019

6 dicas para uma dieta de sucesso

quarta-feira, julho 03, 2019

A maioria das pessoas que faz dieta tem medo do efeito sanfona, que é aquele onde os quilos perdidos voltam rapidamente. Para evitar isso, aqui vão algumas dicas para uma dieta de sucesso que prometem fazer emagrecer de forma saudável e confortável para o organismo. 
6 dicas para uma dieta de sucesso
Antes de iniciar uma dieta é importante saber a diferença entre perder peso e emagrecimento. A perda de peso ocorre quando os números na balança baixam, mas isso pode ser causado pela perda de água ou até de massa magra. Já o emagrecimento acontece de forma menos prejudicial, pois, os quilos perdidos são de gorduras. 

Como fazer uma dieta de sucesso 

O primeiro passo é a escolha do tipo de dieta. Em seguida, é preciso aderir algumas mudanças de hábitos e na comida. Alguns comportamentos são essenciais para que uma dieta dê certo e a pessoa mantenha o corpo em forma por toda a vida. 

6 dicas para uma dieta de sucesso 

1. Controle seu tempoReserve um tempo a mais para as refeições. O cérebro humano necessita, de no mínimo, 15 minutos para entender que estamos nos alimentando e começar a libertar as hormonas que dão saciedade. Respeitar o intervalo das refeições de 3 a 6 horas é importante para não ficar com muita fome e não exagerar na comida. 

2. Dê adeus ao dia do pode comer tudo – Um dos maiores erros de quem está fazendo dieta é tirar um dia ou até um final de semana completo para comer o que quiser, pois, isso quebra todo o processo metabólico ao qual o organismo está se habituando. Para que ele volte ao normal ele precisa de 3 a 4 dias de dieta. O método da recompensa não funciona. Por exemplo, ficar sem jantar porque comeu no almoço uma pizza ou uma hambúrguer com batatas fritas. 

3. Hidrate-se – O pouco consumo de água prejudica o emagrecimento saudável. Muitas pessoas acham que beber muita água aumenta a retenção de líquidos. Contudo, o que causa esse problema é exatamente o pouco consumo de água, porque quando o sistema percebe que há pouca água, ele começa a reter líquidos no organismo. A água ingerida durante os exercícios não conta, porque esse volume é o que você está a perder no suor. 

4. Variar na ementa – Entre as dicas para uma dieta de sucesso é variar na ementa. Seguir somente uma ementa por muito tempo não é vantajoso para uma dieta. Uma alimentação repetitiva empobrece a quantidade de minerais e vitaminas que você consome diariamente. A falta desses nutrientes pode até aumentar o apetite e desacelerar o metabolismo. 

5. Aprenda a escolher os alimentos – Opte por alimentos ricos em hidratos de carbono de baixo índice glicémico, que está presente em verduras, legumes e frutas. Além de dar maior saciedade, eles evitam que ocorra um pico de glicemia no sangue, acontecimento que deixa o metabolismo mais lento. A regra é quanto mais preparado o alimento for, mais alto é o seu índice glicémico. Por exemplo, uma cenoura crua tem menos chances de promover um pico de glicemia do que uma cenoura cozida. Lembrando, que em uma dieta também é preciso apostar em outros alimentos como proteínas e gorduras magras. 

6. Não tenha medo de ganhar músculos – As pessoas podem abandonar a ideia de que fortalecer os músculos e aumentar o percentual de massa magra no seu corpo fará com que as medidas fiquem maiores. Já foi provado cientificamente que quanto mais fibras musculares, mais calorias são gastas. 

Portanto, se quer emagrecer de forma saudável, siga essas dicas para uma dieta de sucesso e tenha o corpo que sempre sonhou.

1 de julho de 2019

5 Alimentos ricos em Serotonina

segunda-feira, julho 01, 2019
A alimentação é muito importante para ter saúde e bem estar. Uma das substâncias que não pode faltar no dia a dia é a serotonina

5 alimentos que ajudam a combater a depressão

O que é a Serotonina? 

Os alimentos ricos em serotonina são fundamentais para manter o bom humor e evitar a depressão. A serotonina é uma substância encontrada no cérebro, que é responsável por muitas funções vitais do corpo e é fundamental na regulação do sono e do humor. 
A serotonina está a receber muita atenção por parte dos cientistas, porque, muitas pesquisas mostram que os baixos níveis desse neurotransmissor podem provocar o comportamento agressivo e sintomas de depressão e ansiedade

Os baixos níveis de serotonina também podem causar comportamentos impulsivos, agressivos e até suicidas. Por tudo isso, esse neurotransmissor é essencial para todas as pessoas. A boa notícia é que existem alimentos capazes de aumentar a serotonina no cérebro, melhorando o humor e a vida no dia a dia. 

Como aumentar a serotonina 

Para aumentar a serotonina é necessário consumir alimentos ricos em triptofano, fazer exercícios físicos e nos casos mais severos, até tomar medicação. 

5 alimentos para combater a depressão 5 alimentos ricos em serotonina 

1. Proteínas – Os alimentos mais ricos em proteínas são os de origem animal como peixe, carne, ovo, leite, iogurte, queijo, entre muitos outros. Nesses alimentos se encontra o triptofano que é um aminoácido essencial, pois, é o alicerce para o neurotransmissor serotonina. Adotar uma dieta com proteínas é muito importante para manter o humor e o bem estar. Sem o triptofano os níveis de serotonina no cérebro despencam. 
Ao consumir uma fonte de proteína com uma pequena quantidade de hidratos de carbono, todos os aminoácidos, menos o triptofano, são eliminados da corrente sanguínea, deixando assim o triptofano livre para atravessar a barreira do cérebro e formar a serotonina. 

2. Sementes de linhaça – Esses alimentos são ótimos para aumentar os níveis de serotonina no cérebro, pois, contêm altos níveis de ácidos gordos e triptofano. 60% do cérebro é composto por gorduras estruturais e os ácidos gordos formam uma grande parte das células nervosas do cérebro. O ômega 3 é muito usado para combater a depressão, depressão pós-parto, comportamento agressivo e outros problemas psicológicos. Consumir de 1 a 4 colheres de sopa de semente de linhaça ou 1 ou 2 colheres de sopa de óleo de linhaça pode aumentar muito os níveis de serotonina

3. Trigo sarraceno – Esse alimento natural é rico em diversas vitaminas do complexo B e contém muito mais triptofano do que a maioria dos carboidratos ricos em amido. As vitaminas B são recomendadas como uma forma de melhorar os níveis de energia e humor e de combater a depressão. Pesquisas afirmam que as vitaminas do complexo B, principalmente, vitamina B6, é uma forte aliada na síntese de serotonina no cérebro. Alguns alimentos ricos em vitaminas do complexo B são: vegetais verdes, frango, iogurte, lacticínios em geral, amendoim, castanhas, nozes, ervilhas, ovos, leites, carnes, etc. 
Alimentos de amido natural formam um pequeno pico de insulina quando é ingerido, o que é necessário para a filtragem de outros aminoácidos na corrente sanguínea, fazendo com que o triptofano passe pelo sangue e vá para o cérebro, onde é transformado em serotonina. 

4. Peixes e frutos do mar – De acordo com estudos, os peixes como arenque, sardinha, salmão selvagem e os frutos do mar são ricos em gorduras essenciais para a produção de serotonina. As gorduras EPA e DHA, encontradas nesses alimentos, combatem as alterações que ocorrem pela falta de serotonia, fazendo com que as alterações de humor originadas pelo transtorno bipolar e a depressão fiquem reguladas. 
Se você consumir esses peixes e os frutos do mar apenas duas ou três vezes por semana, você estará recebendo a quantidade ideal das gorduras EPA e DHA. Estes alimentos são ricos em triptofano, aminoácido essencial para construir a serotonina. 

5. Banana – Essa fruta é um dos melhores alimentos para aumentar a serotonina. A banana é rica em triptofano e também carboidratos. As bananas podem ser consumidas em batidos, saladas de frutas, sobremesas e muito mais. 

Portanto, esses são 5 alimentos ricos em serotonina, ou seja, eles possuem triptofano, substância responsável pelo aumento desse neurotransmissor no cérebro.

22 de junho de 2019

Quantas calorias devemos ingerir por dia para engordar?

sábado, junho 22, 2019
A maioria das pessoas sonha em perder peso, ficar com o corpo perfeito e manter uma vida saudável. A maior parte dos nossos leitores chegam ao nosso blog em busca de respostas e dicas para perder peso, mas hoje venho falar do oposto, o aumento do peso.

A ideia para este artigo surgiu através de um email enviado por uma leitora, a Raquel Ferreira com uma pergunta muito simples: Quantas calorias por dia devemos ingerir para engordar

(desde já agradeço o contacto e caso tenham perguntas ou ideias para artigos enviem-nos um email ou comentário


Quantas calorias por dia devemos ingerir para engordar? 

Achei esta pergunta bastante pertinente, visto que hoje em dia temos tanta informação de como perder peso, manter uma vida saudável, e fala-se pouco dos casos de pessoas que querem engordar, que por uma questão de saúde, quer por uma questão de estética e autoestima. 

Já abordamos várias vezes no blog o facto que cada organismo funciona de forma diferente, por isso as pessoas que possuem um organismo com um metabolismo mais lento têm mais dificuldades em perder peso, e quem tem um metabolismo acelerado tem mais dificuldade em engordar. 

Quer saber mais sobre metabolismo? Veja abaixo alguns artigos relacionados: 

Numa forma resumida, se uma pessoa pretende perder peso reduz as calorias ingeridas durante o dia, por isso se quiser engordar, terá que aumentar as calorias na dieta diária, mas fica a questão, como o fazer de forma saudável? Antes de mais terá de perceber o que são calorias. 

O que são calorias?

As calorias são a fonte de energia necessária para que o nosso corpo possa funcionar. Todos os alimentos possuem uma quantidade de calor que fornecem ao nosso organismo após serem ingeridos e metabolizados. As calorias são fundamentais para o nosso organismo, mas cada organismo metaboliza essa energia de forma diferente, daí existirem pessoas que comem de tudo e até demais e continuarem magras ou de peso normal, e outras aumentarem de peso ao mínimo deslize na alimentação. 


Para saber mais sobre calorias, veja os seguintes artigos já publicados no blog: 

Quantas calorias devemos ingerir por dia?

Para saber a quantidade de calorias que devemos ingerir temos que fazer alguns cálculos, adaptando a dieta ao nosso organismo. É fundamental o acompanhamento de um nutricionista ou do seu médico de família se pretende começar uma dieta, seja ela uma dieta para emagrecer ou para engordar. Alguns fatores importantes para o cálculo das calorias são o sexo, o peso, a idade e a altura.

De uma forma geral, para calcular o total de calorias que devemos ingerir por dia, existe um método direto:
  • Para emagrecer - multiplique 20 ou 25 pelo peso atual
  • Para manter o peso - multiplique 25 ou 30 pelo peso atual
  • Para engordar - multiplique 30 ou 35 pelo peso atual
Num exemplo, uma pessoa que pese 50 Kg, e que deseje engordar deve multiplicar 30x50 ou 35x50, pode ingerir cerca de 1500 a 1750 calorias por dia.

Este é um método simples para calcular, sem contar com os factores já mencionados anteriormente, que são muito importantes.

Para contar as calorias ingeridas, existem várias aplicações para smartphone disponiveis. Nós no blog Viver Saudavelmente, sugerimos a FatSecret. Se quiser saber mais sobre esta app gratuita leia o nosso artigo: FatSecret - O que é e como funciona?

Relembramos que é fundamental ser acompanhado por um médico especializado no seu processo de aumento de peso. Terá que descobrir a razão por não conseguir engordar, se é por ter um metabolismo muito acelerado, e neste caso não tem como resolver, só mesmo ingerindo muitas calorias, ou se tem outro problema de saúde que o impede de engordar.

Popular

Follow by Email