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15 de setembro de 2015

5 Hábitos que prejudicam a pele

terça-feira, setembro 15, 2015

São muitos os hábitos que prejudicam a pele, deixando-a seca, envelhecida, sem brilho, com manchas e com aspecto desagradável. Muitas mulheres acham que usando cremes anti-idade, hidratantes e fazendo tratamentos faciais e corporais, ficarão sempre com a pele bonita, jovem e saudável, porém se tiverem alguns hábitos prejudiciais à pele de nada adiantarão todos os produtos e tratamentos.

Hábitos que prejudicam a pele

Exposição ao sol sem protecção – Ficar exposto ao sol sem protecção destrói a produção de colagénio e as fibras da pele, causando manchas e rugas, e ainda pode provocar cancro de pele. Por isso, é essencial o uso de protetor solar, não só no Verão, mas durante o ano inteiro.

Má alimentação – Todos os alimentos que comemos influenciam a nossa saúde, mas os alimentos gordurosos e industrializados, para além de contribuírem para outros problemas de saúde, quer a nível de sangue, aumento de peso, etc, ainda provocam inflamação nas células da pele causando rugas. O indicado é ingerir alimentos ricos em fibras que estimulam a produção de colagénio, como a aveia 

Bebidas alcoólicas em excesso – Esse hábito ajuda na formação de linhas de expressão, na desidratação da pele e na formação dos radicais livres. Sem falar que beber muita bebida alcoólica pode causar diversas doenças.

Dormir com maquilhagem – A maquilhagem faz parte do dia-a-dia do mundo feminino, e não é mito quando ouvimos dizer que devemos sempre retirar a maquilhagem quando vamos dormir. Dormir com maquilhagem faz com que os poros fiquem obstruídos, não deixando a pele receber oxigénio, e consequentemente causando o envelhecimento da pele.

Fumar – Além de ser um dos piores inimigos para a saúde em geral, fumar quebra as fibras elásticas da pele e estimula a produção de radicais livres. Impede também a oxigenação da pele e provoca o seu envelhecimento. 

18 de junho de 2015

Como utilizar o óleo de Coco?

quinta-feira, junho 18, 2015

Tal como sabemos, há sempre vários mitos de frutos ou produtos que ajudam a emagrecer, mas talvez este dê o verdadeiro resultado que tantas pessoas esperam.

O óleo de coco é um óleo extraído da fruta e existem dois tipos desse alimento funcional, o refinado e o extravirgem. O primeiro é feito a partir do coco seco, enquanto o segundo é feito com o coco fresco. No último caso, este deve ser extraído até 48 horas após a colheita, preferencialmente de um fruto que tenha vindo de uma plantação certificada e orgânica. É basicamente a polpa do coco, que é levado a um processo de refinamento. Ele tem diversas propriedades que são ótimas para a sua saúde.

Normalmente, o óleo de coco é encontrado em estado líquido na temperatura ambiente, e só fica sólido e branco quando é colocado em baixas temperaturas. O normal é que ele não estrague ou fique rançoso mesmo quando é armazenado há algum tempo. Os seus benefícios ainda são controversos entre a comunidade médica e não representam uma unanimidade entre os especialistas. Rico num tipo diferente de gorduras saturadas, os triglicérides de cadeia média, o alimento conquistou fama, principalmente, por ajudar na perda de peso. 

O óleo de coco é essencialmente composto por gorduras e em maior parte pela saturada que representa quase 87% da quantidade desse macronutriente. 

O alto teor de gordura saturada presente nesse óleo torna-o contraindicado por alguns profissionais de saúde. Afinal, esse macronutriente, quando consumido em grande quantidade, pode aumentar a quantidade de colesterol LDL, considerado ruim. 

Como usar o óleo de coco?
Pode usar-se o óleo de coco para regar saladas e na confecção de qualquer prato que leve óleo, azeite, manteiga ou margarina na sua composição, como, por exemplo, arroz, refogados, grelhar carnes e na confecção de bolos e tortas.
A quantidade deve ser exatamente a mesma. Por exemplo, se a receita original indica 2 colheres de óleo ou de azeite, troque por 2 colheres de óleo de coco. 

O ideal é consumir uma colher de sopa de óleo de coco, afinal mais do que isso ultrapassa as quantidade de gordura saturada diárias. 

Caso consuma excessivamente o óleo de coco, existem alguns riscos.
Se ingerir mais do que a quantidade recomendada do óleo, o tiro sairá pela culatra. Afinal, haverá um consumo maior de energia do que o seu gasto, o que sempre resulta em sobrepeso/peso excessivo/obesidade. Também pode trazer riscos cardiovasculares, com o aumento do colesterol, e por ajudar na digestão, em alta quantidade, este pode causar diarreia. 

O óleo de coco possui muitos benefícios para a saúde. Alguns exemplos são aumentar o metabolismo, diminuir o colesterol, emagrecer, melhorar o trânsito intestinal e combater inflamações.

Mesmo que o óleo de coco não seja utilizado para emagrecer, esta é uma opção mais saudável que o óleo de milho e o óleo de girassol, podendo ser utilizado diariamente por indivíduos de todas as idades, pois o óleo de coco não possui contraindicações e não tem efeitos colaterais. 

Motivos para utilizar o óleo de coco
  • Controla a compulsão por carboidratos;
  • Promove a saciedade;
  • Acelera o metabolismo;
  • Melhora a prisão de ventre;
  • Reduz o colesterol;
  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Combate o envelhecimento precoce;
  • Tem ações antioxidantes;
  • Ajuda a emagrecer;
  • Ação dermatológica;
  • Ação Cosmética;
  • Combate a fibromialgia (dor constante de uma determinada zona);
  • Combate a Fadiga Crônica;
Claro está, que com o avanço da medicina actual, não existe apenas Óleo de coco em óleo, mas existe também em cápsulas, tal como pude verificar num site de confiança, e passo a citar:
Existe o óleo de coco em cápsulas mas prefira sempre o produto natural e tome a versão em cápsulas apenas se não houver outra alternativa.
Primeiro porque o óleo de coco é um alimento tradicional e não um remédio. Segundo, as pesquisas que demonstram os benefícios do óleo de coco são todas feitas com o produto natural e não em cápsulas.
E por fim, a versão em cápsulas sai mais cara. Do ponto de vista do custo-benefício, vale mais o óleo natural. 
Para que se sintam mais à-vontade ao abordar este tema, ficam aqui os principais nutrientes do óleo em causa:


Óleo de coco - Por 15 g (uma porção)
Calorias
129 kcal
Carboidratos
--
Proteínas
--

17 de junho de 2015

O que é uma Conjuntivite?

quarta-feira, junho 17, 2015

O que é a conjuntivite?
A conjuntivite é uma doença que se caracteriza pela inflamação da conjuntiva, causada por agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus. A conjuntiva é uma membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos e pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. A conjuntivite pode ser aguda ou crônica, e pode, ainda, afetar apenas um dos olhos ou os dois.

Mas, geralmente compromete os dois olhos, não necessariamente ao mesmo tempo, sendo o contágio feito pelo contacto direto com a pessoa doente ou objetos contaminados. Esta contaminação ocorre com maior facilidade em ambientes fechados como escolas, creches e autocarros.

A conjuntivite viral é altamente contagiosa, frequente no verão, e apesar de não ser grave provoca muito incômodo e alguns cuidados devem ser tomados para que não se transforme em epidemia. 

Há casos em que uma hemorragia subconjuntival pode ser confundida com conjuntivite. Esta hemorragia deixa os olhos vermelhos devido ao rompimento de vasos sanguíneos por traumatismo ou mudança de pressão no interior da cabeça (por stress, choque ou esforço físico, por exemplo). Apesar do aspeto, geralmente esta hemorragia é inofensiva e desaparece por si.

Que tipos de conjuntivite existem?
Conjuntivite infeciosa
É transmitida por vírus (mais frequente) ou bactérias e pode ser contagiosa. Nestes casos, a contaminação dá-se pelo ar, especialmente em ambientes fechados, pelo uso de objetos contaminados, contacto direto com pessoas contaminadas e até mesmo pela água da piscina.
Existem diferenças entre os vírus, sendo que alguns se mostram mais agressivos e provocam grande desconforto ao paciente. A doença pode apresentar-se na forma aguda ou crônica e os sintomas são: olho vermelho, comichão, olho a lacrimejar, sensibilidade à luz e secreção branca ou amarelada. Também podem ocorrer febre, dor de garganta e dores pelo corpo e, normalmente, a pessoa acorda com os olhos grudados devido à secreção. Este tipo de conjuntivite requer alguns cuidados especiais que podem evitar a transmissão. 

Conjuntivite viral 
Geralmente é causada por um adenovírus, mas também pode ser transmitida por enterovírus. É muito comum em escolas, local de trabalho, consultórios médicos, ou seja, todo o local fechado, com contato íntimo entre pessoas. O diagnóstico é realizado pelas características clínicas. O tratamento consiste na utilização de compressas frias, vasoconstritor tópico e lágrimas artificiais. A propagação do vírus dura até 14 dias após o início dos sintomas. 

Conjuntivite bacteriana
Caracteriza-se por ser purulenta. Geralmente são causadas por Streptococcus pneumoniae,Staphylococcus aureus e Haemophilus influenzae. Estes tipos são tratados com antibióticos tópicos de espectro ampliado.

Conjuntivite gonocócica
É causada por Neisseria gonorrhoeae que é sexualmente transmissível. Pode ser transmitida na hora do parto, mas é rara pois costuma-se aplicar uma gota de nitrato de prata 1% no saco conjuntival. É tratada com antibióticos sistêmicos e oculares. Não tratada, a infeção gonocócica pode penetrar o olho íntegro e destruí-lo. 

Conjuntivite de inclusão
É causada por Chlamydia trachomatis sorotipo D-K, pertencente ao trato genital do adulto. Possui uma duração maior e acomete geralmente jovens sexualmente ativos. Trata-se com azitromicina ou doxiciclina. É uma doença conhecida como tracoma.

Conjuntivite fúngica
É mais rara de ocorrer. Geralmente acontece quando uma pessoa é acidentada com madeira nos olhos ou utiliza lentes de contato. 

Conjuntivite alérgica
Geralmente ocorre nos dois olhos e em pessoas predispostas à alergia (que já têm rinite, bronquite e/ou outras atopias). Não é contagiosa, ou seja, não passa de uma pessoa para outra e nem de um olho para o outro, mesmo que em alguns casos se apresente antes num olho e depois no outro. Entre as conjuntivites alérgicas os sintomas são a comichão nos olhos e/ou pálpebras, olhos vermelhos, e secreção (geralmente pegajosa e clara). Pode haver períodos de melhora e reincidência. Nestes casos, é importante que a causa da conjuntivite seja encontrada, pois esta pode variar de pessoa para pessoa. É benigna por não envolver a córnea. Ocorre geralmente em regiões de clima mais frio. O alérgeno mais comum é o pólen. São tratadas com anti-histamínicos e estabilizadores de mastócitos. 

Conjuntivite papilar gigante 
É causada, sobretudo, por uso de lentes de contato. 

Conjuntivite tóxica
Este tipo de conjuntivite é causado pelo contacto direto com o agente tóxico. Em alguns casos, este tipo de conjuntivite ocorre em recém-nascidos devido ao uso obrigatório do colírio (Nitrato de prata 1%) no momento do nascimento. O sintoma é ter o olho (ou olhos) vermelhos e irritados.
Entre as substâncias mais comuns que causam a conjuntivite tóxica podemos citar alguns produtos de limpeza, fumo de cigarro e poluentes industriais.
A pessoa com conjuntivite tóxica deve afastar-se do agente causador e lavar os olhos com água abundante. 

Podemos ter, no geral, sintomas como estes:
  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreções;
  • Coceira constante nos olhos.
Podemos controlar e prevenir com estas medidas:
  • Não use maquilhagem de outras pessoas (e nem empreste as suas).
  • Evite partilhar toalhas de rosto.
  • Lave as mãos com frequência e não as coloque nos olhos.
  • Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção
  • Se você trabalha com produtos químicos, não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou que foram indicados para outra pessoa).
  • Evite nadar em piscinas sem cloro ou em lagos.

16 de junho de 2015

Como tratar uma infecção urinária?

terça-feira, junho 16, 2015

A Infecção do Trato Urinário (ITU), conhecida popularmente como infecção urinária, é um quadro infeccioso que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como rins, bexiga, uretra e ureteres. Esse tipo de infecção é mais comum na parte inferior do trato urinário, do qual fazem parte a bexiga e a uretra.

É uma infecção que afecta os órgãos que produzem a urina e que a transportam para fora do corpo. Estas estruturas incluem os rins, os ureteros (os tubos longos e finos que ligam os rins à bexiga), a bexiga e a uretra. Os médicos dividem frequentemente as infecções urinárias em dois tipos: as infecções urinárias baixas e as infecções urinárias altas.

Infecções urinárias baixas — A infecção da bexiga é denominada cistite. As bactérias normalmente encontradas no intestino constituem a causa principal de infecção urinária baixa. Estas bactérias disseminam-se a partir do ânus para a uretra e ascendem para a bexiga, onde proliferam e causam infecção.

Infecções urinárias altas — Estas infecções envolvem os rins e são denominadas pielonefrites. As infecções urinárias altas geralmente ocorrem devido à deslocação de bactérias da bexiga para o rim. Noutros casos, as pielonefrites ocorrem quando bactérias que têm origem noutras áreas do corpo chegam ao rim através da circulação sanguínea.
As mulheres têm infecções urinárias muito mais frequentemente do que os homens, uma vez que as mulheres têm uretras mais curtas que permitem a passagem de bactérias para a bexiga com relativa facilidade. As relações sexuais podem facilitar a disseminação das bactérias para a bexiga. Além disso, a utilização de diafragmas contraceptivos e de espermicidas pode modificar o meio ambiente bacteriano em redor da uretra e facilitar a ocorrência de infecções.

Nas grávidas, as modificações temporárias na fisiologia e na anatomia do aparelho urinário tornam as mulheres mais susceptíveis à ocorrência de cistites e de pielonefrites. As infecções do rim e da bexiga podem consequências graves tanto para a grávida como para o feto, uma vez que aumentam o risco de contracções ou de parto prematuro e, por vezes, de morte do feto ou do recém-nascido.

Causas
A infecção urinária ocorre quando uma bactéria entra no sistema urinário por meio da uretra e começa a multiplicar-se na bexiga. O trato urinário costuma expelir esses organismos estranhos do corpo, mas algumas vezes essas defesas falham e a bactéria em questão passa a crescer dentro do trato urinário, dando início a uma infecção. As causas variam de acordo com o local onde há infecção. Os tipos mais comuns de infecção urinária são a cistite e a uretrite, que acometem a bexiga e a uretra, respectivamente.

Fatores de risco
Infecções urinárias são mais comuns em pessoas cuja uretra é menor, como no caso do sistema reprodutor feminino, ou seja, o caminho que a bactéria precisa percorrer para chegar até a bexiga é menor 
Ter vida sexualmente ativa facilita a infecção urinária, especialmente as vaginais 
O uso de alguns tipos de contraceptivos, como espermicidas, também pode ser considerado um fator de risco 
Após a menopausa, as infecções urinárias podem acontecer com mais frequência do que antes, uma vez que a baixa quantidade de estrogênio causa mudanças no trato urinário de modo a deixá-lo mais vulnerável à ação de bactérias 
Apresentar algum tipo de bloqueio no trato urinário, como pedra nos rins e aumento da próstata, também são fatores de risco 
Ter o sistema imunológico suprimido impede que as defesas do corpo atuem propriamente, facilitando a entrada de bactérias que causam infecções 
O uso de cateter para urinar também aumenta os riscos de infecção. 

O diagnóstico da infecção urinária é realizado em consultório pela escuta das queixas do paciente e pelo exame físico realizado em consultório. A comprovação da infecção é realizada pelo exame de urina e determinação da quantidade de bactérias presentes na amostra coletada. Se o resultado for superior a 100 mil bactérias por mililitro é diagnosticada a infecção urinária. O tipo de bactéria causadora da infecção e o antibiótico apropriado para o tratamento são determinados pela cultura de urina (urocultura).

Para prevenir a infecção urinária recomendam-se algumas medidas a serem realizadas no dia-a-dia, como:
  • Ingestão de líquidos em grande quantidade;
  • Não reter urina;
  • Corrigir alterações intestinais como diarreia ou obstipação;
  • Micção antes e após relação sexual; 
  • Estrógeno para as mulheres na pós-menopausa sem contraindicação hormonal; 
  • Evitar o uso do diafragma e espermicidas; 
  • Tratamento adequado do diabetes mellitus. 
Como evitar uma infeção urinária?
Em alguns casos a infecção torna-se recorrente e conviver com esse problema não é nada fácil. Alguns fatores aumentam as chances da doença reaparecer, como o diabetes, retenção urinária, uso de sondas inseridas no trato urinário, incontinência fecal e urinária, cálculos renais e gravidez.

Para evitar que a infecção urinária se torne uma doença recorrente o ideal é fazer um acompanhamento médico a fim de tratar causas que predisponham seu surgimento, beber bastante água e evitar a retenção urinária além de se lembrar de urinar após as relações sexuais.

15 de junho de 2015

O que é apendicite?

segunda-feira, junho 15, 2015

A apendicite é a inflamação do apêndice - uma pequena bolsa, um pequeno órgão linfático parecido com o dedo de uma luva, localizado no ceco, a primeira porção do intestino grosso, que, apesar de não ter utilidade significativa para o organismo, é capaz de causar dores abdominais fortíssimas quando inflama.
A dor no apêndice, na maioria dos casos, ocorre por obstrução da luz dessa pequena saliência do ceco pela retenção de materiais diversos com restos fecais. Ocorre no lado direito do abdominal, perto do osso do quadril.
É uma doença extremamente comum, que acomete cerca de 7% da população, o que a torna uma das principais emergências médicas em todo o mundo. A apendicite geralmente surge entre os 10 e 30 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade, apesar de ser rara nas crianças com menos de 2 anos.

No que toca aos sintomas, estes variam, dependendo da idade e da posição do apêndice. Crianças e mulheres grávidas podem sentir dores em locais diferentes aos de pessoas adultas, por exemplo. Pode ser difícil de diagnosticar em crianças menores, em idosos e em mulheres em idade reprodutiva, já que, nesses casos, ela pode ser confundida com outros problemas.
Geralmente, o primeiro sintoma é de dor em volta do umbigo. A dor pode ser fraca no início, mas se torna cada vez mais aguda e grave. Esta dor pode trazer apetite reduzido, náusea, vômitos e uma febre baixa.
À medida que aumenta a inflamação no apêndice, num processo que varia de 12 a 18 horas, a dor tende a mover-se para baixo e à direita – local diretamente acima do apêndice, também chamado ponto de McBurney.
Se o apêndice se rompe, a dor pode desaparecer por um breve período e a pessoa, em questão, sente-se melhor repentinamente. No entanto, uma vez que o revestimento da cavidade abdominal fica inflamada e infectada (uma condição chamada peritonite), a dor piora e a pessoa acaba por ficar mais doente.
A dor abdominal pode ser pior quando se caminha ou tosse.

Sintomas posteriores incluem: 
  • Calafrios
  • Constipação 
  • Diarreia
  • Febre baixa de 37,5ºC a 38ºC 
  • Perda de apetite 
  • Náusea
  • Tremores
  • Vômitos 
  • Dor abdominal 
  • Colapso do intestino 
  • Enrijecimento da parede do abdómen 
  • Prisão do ventre 
  • Enjoos 
  • Leucocitose 
As causas da apendicite não são sempre claras, mas algumas situações são conhecidas por levar à inflamação no apêndice, tais como:
  • Obstrução por gordura ou fezes
  • Infecção, como a gastrointestinal causada por vírus.
Em ambos os casos, uma bactéria presente naturalmente dentro do apêndice começa a multiplicar-se rapidamente, causando a inflamação e o inchaço do apêndice, que fica também cheio de pus. Se não for tratada prontamente, a apendicite pode causar o rompimento do apêndice.

Para se tratar esta doença, geralmente, é feita uma cirurgia para retirar o apêndice inflamado. Como não há nenhuma utilidade comprovada para o apêndice, não há problema em retirá-lo sem colocar outro no lugar. Se tiver um caso sem complicações, um cirurgião normalmente removerá o seu apêndice logo após o diagnóstico feito pelo seu médico. Essa cirurgia é conhecida como apendicectomia.

A recuperação depois da operação:
  • Recuperação de horas, dias ou até semanas;
  • Medicação para administrar a dor pós retirada do apêndice;
  • Muitos líquidos no dia seguinte à cirurgia,
  • Atividades desportivas são liberadas após 3 meses do procedimento.
O apêndice tem alguma função?
É difícil ver alguma função na pequena extensão do intestino grosso conhecida como apêndice. Ele pode inflamar com relativa facilidade, causando uma dor de arrepiar os cabelos. E, quando isso acontece, o único tratamento é a sua retirada cirúrgica.

Como sem o apêndice as pessoas vivem muito bem, imaginou-se por muito tempo que ele era mesmo inútil – seria apenas algo que foi importante para os nossos ancestrais, mas que perdeu a função ao longo da evolução, como o dente do siso. Não passaria de uma sobra da época em que éramos herbívoros e precisávamos de um intestino maior. Estudos mais recentes têm mostrado, no entanto, que o apêndice se mantém bastante funcional. De acordo com um trabalho da Universidade Duke, nos EUA, o apêndice é uma espécie de abrigo para bactérias que auxiliam no funcionamento do sistema digestivo. Em artigo na revista científica Journal of Theoretical Biology, os pesquisadores da Duke sugeriram que a estrutura promove a proliferação de bactérias da flora intestinal (o “jardim” de microrganismos que vivem no nosso trato digestivo), ajudando a repovoar o órgão após a ocorrência de uma infecção.

Curiosidades:
Médicos e pesquisadores comprovaram que roer unhas faz mal à saúde. O perigo de roer as unhas esta no facto de que a cutícula, pele que nos protege contra agentes externos, pode ser removida no ato, deixando suscetíveis à ação de vírus e bactérias.

Para aquelas pessoas que para além de roer, também engolem as unhas, o resultado é ainda mais grave, tais como problemas gastrointestinais, como esofagite infeciosa, gastrite, enterocolite por infeção por microrganismos, verminoses e até apendicite.

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