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30 de julho de 2019

Diferença entre a dieta vegetariana e vegana

terça-feira, julho 30, 2019
Hoje em dia vemos cada vez mais pessoas vegetarianas, e como parece ser um fenómeno crescente, achei interessante escrever um artigo que aborde as vantagens e desvantagens destas dietas. 

Para que possamos entender existem 3 tipos: 

  1. Os veganos não comem nada de origem animal, isto é, não comem carne, peixe, marisco, leite ou ovos. Eles também não compram produtos feitos com produtos de origem animal. 
  2. Os vegetarianos não comem carne nem peixe nem marisco, mas comem ovos e derivados de leite. 
  3. Os flexitarianos têm uma dieta mais flexível, pois tentam ser vegetarianos, mas ocasionalmente comem carne, peixe ou delícias do mar. Um caso bastante comum é o das pessoas que não comem carne, mas comem peixe e marisco. 

Artigo relacionado: Vegetarianismo - O que é e como seguir este regime?

Vantagens da dieta vegetariana 

  • Comer principalmente produtos de origem vegetal tem certas vantagens ao nível da saúde e nutrição, e também ao nível ético
  • A vantagem aparentemente mais óbvia e a razão pela qual a maioria das pessoas decide parar de comer carne ou reduzir o seu consumo: é a de proteger os animais. 
  • Trata-se de uma motivação nobre, tendo em conta que a maioria dos animais é destinada a alimentação humana. 
  • Outro argumento comum dos vegetarianos é o impacto ambiental da produção de alimentos de origem animal. Um bovino consome cerca de 8 a 10% do seu peso diariamente em água, e logicamente, as vacas leiteiras são as que consomem mais água. 
  • Pelo que o metano produzido pelos animais é também um dos principais causas do efeito estufa. 
  • Além disso as dietas ricas em vegetais geralmente têm um alto teor de fibras, algo com um impacto muito positivo na saúde. 
  • Não comer animais reduz a ingestão de gorduras saturadas. 
  • Comer muitas frutas e vegetais também é importante devido às vitaminas e minerais que são importantes para o corpo. 
  • As dietas vegetarianas mostraram ter aspetos positivos para a saúde em pelo menos três aspetos: menor risco de morte por doença cardíaca isquémica, redução dos níveis de colesterol e do índice de massa corporal. 

Desvantagens das dietas vegetarianas 

Ser vegetariano, evita matar animais? É discutível. Às vezes as pessoas não sabem que um aumento do consumo de produtos vegetais tem um efeito duplo: por um lado, reduz o número de mortes de animais criados para alimentação, mas, por outro lado, o cultivo massivo de produtos como trigo, milho, arroz, tendem a favorecer o desmatamento e a destruição do habitat de espécies silvestres. Isso também significa a morte de animais. 


Existem alguns riscos para a saúde para quem faz dietas vegetarianas, tais como a falta de vitamina B12 (especialmente preocupante no caso de mulheres grávidas) falta de ferro ou zinco e falta de vitamina D e cálcio (para vegans) . 

Além disso, existe o risco de consumir um excesso de ácidos gordoss como o ómega 6. 

É aconselhável ser vegetariano ou vegano? 

É uma decisão pessoal. É claro que um vegano que se preocupa com o que come e compensa a falta de algumas vitaminas e minerais, graças a alguns suplementos alimentares pode ter uma dieta muito mais saudável do que um omnívoro que come sem equilibrar a sua dieta ou mudar a alimentação. Mas, para não ter nenhuma carência, é necessário informar-se muito bem, e consultar um nutricionista, para esclarecer qual é a melhor maneira de combinar a ética vegana com hábitos saudáveis. 

No blog Viver Saudavelmente não recomendamos nada, nem ser vegetariano nem ser omnívoro. Temos a opinião que cada pessoa deve decidir o que é melhor para si e depois adaptar-se. O mais importante é ingerir proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, vitaminas e minerais nas proporções recomendadas, seguindo a lógica da pirâmide alimentar. Informe-se com o seu nutricionista que lhe pode fornecer uma lista de alimentos que são recomendados para o consumo diário e os que devem ser consumidos apenas ocasionalmente, além dos que não são recomendados. Alguns desses alimentos são de origem animal, outros de origem vegetal. Mantenha-se informado e tenha atenção à sua dieta, para evitar problemas de saúde. 

26 de abril de 2015

Beber água ás refeições

domingo, abril 26, 2015

Sabia que está comprovador que as pessoas bebem mais água quando esta tem sabor? E que com o envelhecimento, a sensação de sede diminui possibilitando assim um maior risco de desidratação?

Como é de senso comum, ingerir água é um essencial à nossa sobrevivência, mas mesmo assim é fácil encontrar casos de desidratação, principalmente nas crianças e idosos.
Isto deve e pode ser evitado, pois é uma das causas da má qualidade de vida. Por vezes sintomas como cansaço, pele seca, cieiro e dores de cabeça, podem ser associados à falta de água no nosso organismo, e por vezes são confundidos com outras possíveis doenças.
A estratégia de beber vários copos de água ao dia, por vezes não resulta, devido a difícil implementação no dia a dia de cada pessoa. Ora porque se esqueceu de levar uma garrafa de água para o trabalho, ora porque tem muito afazeres, e beber água só é prioridade quando sente realmente sede. E sentir sede já é um sintoma de desidratação!

Por isso as refeições são o momento ideal do dia para beber água.

Se ingerir dois copos de água a cada refeição (Almoço/Jantar), e um copo ao acordar e deitar, já terá obtido uma parte significativa da recomendação diária para a ingestão de líquidos (cerca de 1,5-2 litros).

Uma das formas para camuflar a ingestão de água na sua forma natural, é adicionando umas gotas de limão, chá ou beber águas com sabor. Evite a ingestão de álcool, sumos naturais e refrigerantes.

6 de fevereiro de 2013

Snacks para perder peso

quarta-feira, fevereiro 06, 2013
Preocupa-se com a sua saúde e boa forma? Então, não se pode esquecer de levar na lancheira as melhores opções para recuperar a linha e manter-se saudável.
Lembre-se que os lanches são essenciais para assegurar níveis equilibrados de açúcar no sangue e, assim, estabilizar a concentração e o bem-estar.
Meio da Manhã
Opção 1
Ingira duas a três bolachas sem açúcar e 200 ml de água enriquecida com magnésio. As bolachas com níveis baixos e de açúcar são, por norma, mais ricas em fibra. A água com magnésio repõe os níveis deste mineral que baixam durante as dietas.

Opção 2
Coma uma a duas ameixas amarelas ou 10 bagas goji ou quatro amêndoas e 200 ml de chá de cidreira ou chá branco. As bagas goji têm uma ação antioxidante e otimizam as funções celulares. Já o chá de cidreira tem um efeito depurativo, é relaxante e beneficia a função digestiva.


À Tarde
Opção 1
Para o primeiro lanche opte por uma banana ou uma maçã ou uma pêra e duas a três nozes ou quatro a seis amêndoas e um iogurte 0% gordura. A maçã e a pêra são ricas em perictina, uma fibra solúvel que ajuda a saciar. Embora calóricos, os frutos secos fornecem gorduras essenciais ao organismo, ómega 3 e 6. Além disso, o iogurte contém cálcio com o benefício de oferecer poucas calorias e de ser de fácil digestão.

Para o segundo lanche, escolha uma gelatina 0% gordura ou uma fatia de ananás. Este fruto é riquíssimo em fibra e na enzima bromelina que facilita a digestão de proteínas e eliminação de gorduras.

Opção 2
Para o primeiro lanche opte por um iogurte com índice glicémico (IG) baixo ou 200 ml cevada e uma colher de sopa de sementes de chia ou uma duas colheres de sopa de flocos de cereais integrais. Por norma, os iogurtes, têm um IG baixo garante uma absorção de açúcar a uma velocidade adequada à saciedade. Os cereais integrais têm um importante papel saciante e elevado teor de fibra.

Para o segundo lanche escolha uma gelatina 0% gordura ou uma maçã ou uma laranja. Devido ao seu teor em vitamina C, a laranja reconforta e ajuda a manter níveis de atenção elevados.

5 ideias para comer mais fibra

quarta-feira, fevereiro 06, 2013
Se tem problemas de prisão de ventre, é natural que tente introduzir muita fibra na sua dieta.
Além de alimentos óbvios que a contém, como o kiwi e o farelo de trigo, são inúmeros os produtos alimentares que a contém.
Legumes
Os legumes, folhas verdes e as leguminosas (feijão, grão de bico, ervilhas e lentilhas) podem ser consumidos na sopa ou no prato. No tempo mais primaveril também ficam bem em saladas.

Frutos
Deve incluir alimentos ricos em fibra, como a ameixa e a papaia, em batidos com iogurte ou em saladas. Também podem ser utilizados em sumos sem adição de açúcar.

Cereais
Opte por cereais e pão integral que podem ser incluídos no pequeno-almoço e lanches.

Iogurtes
A ingestão de iogurtes ricos em bifidus e algumas estirpes de lactobacilus estimula a flora intestinal, reduzindo a fermentação e promovendo a regularidade do trânsito intestinal.

Líquidos
Aumente a ingestão diária de água ou infusões, como a cidreira e a camomila, para uma quantidade próxima de um litro e meio.

26 de fevereiro de 2012

A obesidade e outras perturbações alimentares

domingo, fevereiro 26, 2012
Os aspectos psicológicos podem desempenhar, no processo que conduz à obesidade, um papel tão importante como os critérios que mencionamos nos anteriores artigos. Por isso, é preciso tê-los em conta ao definir o tratamento.
A falta de auto-estima ou de disciplina são apenas alguns dos motivos que dificultam a perda de peso. Os factores psicológicos estão na origem de perturbações alimentares como o comportamento de restrição/compulsão. Neste caso, o recurso a medicamentos ou a dietas objectivas nem sempre é a melhor opção.

Existem também outras verdadeiras doenças do comportamento alimentares, como a bulimia e a anorexia.
A bulimia manifesta-se, com maior frequência, nas adolescentes. Caracteriza-se pela ingestão compulsiva de uma grande quantidade de  alimentos. Na maioria das vezes, trata-se de crises que correspondem a fases de ansiedade, seguidas de medo de não conseguir parar. Para não engordarem, muitos bulimicos acabam por provocar o vómito ou recorrer a laxantes e a diuréticos. A única forma de vencerem esta doença e de se reconciliarem consigo próprios passa pelo apoio psicológico e por uma profunda mudança do comportamento alimentar. Nada disto é fácil.
A anorexia afeta mais as mulheres jovens e caracteriza-se  por um medo extremo de se ficar obeso, mesmo quando se está muito abaixo do peso recomendado. Os anoréticos têm uma imagem distorcida do seu próprio corpo e uma baixa autoestima. No subgrupo da anorexia bulimica, os doentes obrigam-se a vomitar e abusam dos medicamentos diuréticos, laxativos e anorexígenos (inibidores de apetite). Isso pode provocar uma redução considerável da massa muscular, perturbações da função cardíaca, anemias e, em casos extremos, a morte por caquexia (perturbação profunda de todas as funções orgânicas).

Tanto na bulimia como na anorexia, o tratamento tem que ser simultaneamente psicoterapêutico e dietético. A cura só se obtém com muita paciência. Até porque alguns doentes recusam, obstinadamente, reconhecer a gravidade do seu estado. A hospitalização torna-se necessária quando a subnutrição atinge valores dramáticos e põe a vida em perigo. O apoio da família e das pessoas mais próxima é fundamental. Se suspeitar de que uma pessoa sobre de anorexia ou de bulimia, aconselhe-se com o médico de família ou recorra a um psicólogo ou até mesmo ao hospital mais  próximo, onde será encaminhado para o serviço adequado.


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