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10 de abril de 2020

Métodos para lidar com a ansiedade

sexta-feira, abril 10, 2020
Pesquisas indicam resultados positivos do Botox para tratamento da ansiedade e depressão
O ano de 2020 chegou de maneira imprevisível para toda a humanidade. Já nos primeiros meses do ano nos deparamos com uma pandemia de coronavírus que colocou o mundo em alerta e biliões de pessoas em quarentena.

No entanto, mesmo antes desses acontecimentos excepcionais, uma parcela significativa da população já apresentava sintomas de ansiedade que podem se manifestar de forma mais intensa como transtorno de ansiedade, considerado uma doença psíquica.

O ritmo de vida cada vez mais acelerado, o stress, cobranças e inseguranças são motivos que levaram nossa sociedade a esse caminho. Saiba mais a seguir!
Photo by Fernando @cferdo on Unsplash


Quais os principais motivos para ansiedade?

Durante a quarentena imposta devido ao coronavírus, os motivos para ansiedade aumentaram, afinal, o isolamento social não é fácil e demanda controle físico e emocional.

Além disso, instala-se toda uma sensação de medo e insegurança que normalmente já está diretamente associada aos quadros de ansiedade.

É claro que algumas pessoas podem apresentar ansiedade sem que seja caracterizada como uma doença. Isso acontece quando há quadros mais amenos desse estado emocional sem sintomas contínuos ou físicos.

A ansiedade, portanto, pode ser causada por uma insegurança pessoal ou coletiva, altas expectativas com o futuro - especialmente aspectos que não podem ser controlados pelo indivíduo, traumas, predisposição genética, doenças físicas e também por depressão.
Assim, o transtorno de ansiedade se manifesta a partir de alguns sintomas psicológicos e físicos que podem ser observados pela pessoa em busca de um autodiagnóstico:
  • o medo constante é um dos principais indicativos de ansiedade, sendo que ele pode surgir de modo inesperado. Destaca-se que a pandemia de saúde pode agravar esse medo, com receios em relação ao trabalho, saúde e entes queridos;
  • pessoas com quadros mais graves de ansiedade têm dificuldade para colocar os problemas de lado e tendem a ficar remoendo essas inseguranças, o que prejudica diretamente o sono, causando insônia;
  • o transtorno pode ter manifestações físicas, como enjoos e vômitos, pois a mente identifica uma situação de perigo e o corpo libera adrenalina para que o indivíduo possa “lutar” ou “correr”, tratando-se de um instinto de sobrevivência;
  • um dos aspectos críticos da quarentena é que a ansiedade gera dificuldade para socialização, levando-a ainda mais ao isolamento não apenas físico, mas também emocional;
  • devido aos demais sintomas, a pessoa com um quadro agravado de ansiedade tende a sentir um cansaço excessivo, o que desestimula atividades que poderiam ajudá-la a superar o momento de dificuldade;
  • a ansiedade também se manifesta com uma intensificação do stress, com pequenas coisas afetando enormemente o bem-estar;
  • a ansiedade também pode levar às pessoas a hábitos prejudiciais, principalmente quando há tendência a comportamentos depreciativos, como tricotilomania (puxar os cabelos impulsivamente) ou roer as unhas.

A identificação da ansiedade é a principal forma de combatê-la, portanto, a pessoa deve ficar atenta a esses sintomas e buscar ajuda especializada quando identificar quadros mais críticos de ansiedade.

Como lidar com a ansiedade?

Com a quarentena e necessidade do isolamento social é ainda mais importante identificar métodos para controlar a ansiedade. Sabemos que nem sempre é fácil sair da procrastinação para adotá-los, mas é importante que haja um esforço nesse sentido. Eles incluem:
  • realizar atividades físicas diariamente;
  • manter o controle da respiração, principalmente quando há um pico de adrenalina;
  • tentar evitar os pensamentos negativos que aumentam o medo;
  • organizar a rotina para evitar a confusão que gera mal estar;
  • conversar com pessoas que você gosta;
  • estabeleça metas realistas para ocupar a mente;
  • alimente-se bem investindo em alimentos que são fontes de triptofano, como a banana e chocolate;
  • concentre seus esforços no presente, evitando sofrer por antecipação.

Caso essas tentativas não apresentem resultados a recomendação é procurar ajuda especializada. Nesse sentido, um novo tratamento tem sido utilizado para casos de ansiedade e depressão, o Botox.


Qual a relação entre Botox e ansiedade?


O Botox transformou-se no tratamento estético mais realizado no Brasil, com 300 mil procedimentos anuais entre homens e mulheres. O valor representa 3 vezes mais do que a principal cirurgia plástica realizada, a mamoplastia de aumento.

No entanto, a toxina botulínica, princípio ativo do Botox, já estava sendo usada para fins médicos e terapêuticos, principalmente no tratamento da enxaqueca crônica, mas os novos resultados são ainda mais promissores.

De acordo com um estudo da Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, com 74 adultos diagnosticados com depressão, o tratamento pode apresentar melhora no humor dos pacientes devido efeitos reais na química cerebral.

Na pesquisa, metade dos participantes receberam aplicações de toxina botulínica enquanto a outra parte de placebo. Após 6 semanas, 52% dos que receberam o Botox sentiram-se significativamente melhor e apenas 15% do grupo de controle apresentaram melhoras.

Outra pesquisa, realizada na Universidade do Texas Southwestern apresentou resultados semelhantes, confirmando os benefícios da toxina botulínica no tratamento de depressão e ansiedade.

As pesquisas indicam que a aplicação do Botox possa afetar a região límbica do cérebro que é responsável pelas emoções e comportamentos sociais.

Portanto, em breve, o Botox pode ter uma aplicação significativa para tratamentos estéticos, mas também para doenças psíquicas, como a depressão e ansiedade que são cada vez mais comuns na nossa sociedade.

4 de agosto de 2019

Como saber se tenho cancro da mama?

domingo, agosto 04, 2019
No post de hoje vamos falar de um assunto muito sério. O Cancro. Em concreto, do cancro da mama. 

Sabia que o cancro da mama afeta uma em cada oito mulheres sendo uma das principais causas de morte por cancro? Se existe um historial de cancro da mama na sua família é importante que seja proactiva e esteja atenta a qualquer mudança nos seus seios, com certeza também já teve esta duvida, de como saber se tem cancro da mama. A deteção precoce aumenta a taxa de sucesso do tratamento e a taxa de sobrevivência aumenta de 60% para 90% nos casos em que a deteção é precoce. 

Como saber se tenho cancro da mama?

As formas mais comuns para detectar o cancro da mama consistem na realização de uma mamografia ou através de um auto-exame ao peito e axilas procurando algum nódulo suspeito. 

Embora o cancro da mama seja mais comum em mulheres com mais de 45 anos, também pode ocorrer em idades muito precoces. É por isso que depois dos 20 anos, as mulheres devem começar a fazer um auto-exame ao peito de forma ocasional. 

Se tem mais de 40 anos, embora possa realizar o auto-exame em casa, é muito importante realizar uma mamografia anualmente como medida de prevenção e para detectar algo que você não tenha notado. Não se esqueça que o diagnóstico precoce é muito importante. 

Como fazer o auto-exame da mama em casa?

Você pode fazer o exame sempre que quiser, embora seja melhor fazê-lo após a menstruação, pois é quando os seios estão menos inchados. 

Passo 1: Coloque-se na frente de um espelho com o peito nu e com os ombros retos e os braços na altura do quadril e olhe para os seios. 
Isto é o que deve analisar: 
  • Se o tamanho do peito, forma e cor, estão normais.
  • Se os seios estão bem torneados, e que não têm nenhuma deformação visível ou inflamações 
Se você detectar alguma das seguintes alterações nos seus seios deve informar o seu médico: 
  • Enrugamento, ondulações ou protuberâncias na pele 
  • Mudança da posição do mamilo 
  • Eritema, dor, prurido, inchaço ou sensibilidade 
  • Corrimento mamilar (pode ser sanguinolento, transparente ou amarelado) 

Passo 2: Levante os braços e veja se encontra alguma das alterações acima indicadas. 


Passo 3: De frente para o espelho, veja se sai algum líquido de um ou de ambos os mamilos (pode ser transparente, leitoso ou amarelado, ou conter sangue). 

Passo 4: De seguida, com a mão faça palpação dos seios com as mãos invertidas, ou seja, a mama esquerda com a mão direita e vice-versa. Faça um toque firme e pausado com a ponta dos dedos, mantendo os dedos em linha reta e juntos. O movimento deve ser circular, aproximadamente do tamanho de uma moeda. 

Controle toda a mama a partir de cima para baixo e de lado a lado: desde a clavícula até à parte superior do abdómen, e a partir da axila para o decote. 

Deve certificar-se de cobrir toda a mama. Você pode começar com o mamilo e depois fazer círculos cada vez maiores até chegar à parte exterior da mama. 

Você também pode mover os dedos verticalmente para cima e para baixo. Este movimento para cima e para baixo é geralmente o mais usado pelas mulheres. Deve certificar-se de fazer a palpação de todo o tecido mamário, tanto na frente como na parte de trás. Deve também pressionar de forma moderada fazendo a palpação da pele e do tecido da superfície, até chegar ao meio da mama, e depois fazer uma pressão mais firme para alcançar os tecidos mais profundos. Para chegar aos tecidos mais profundos, você tem que pressionar para ser capaz de sentir as costelas. 

Passo 5: Finalmente, deve apalpar os seios em pé ou sentada. Muitas mulheres dizem que a melhor maneira de sentirem os seus seios é quando a pele está molhada e escorregadia, por isso preferem realizar este auto-exame quando estão no chuveiro.

É importante que todas as mulheres façam este auto-exame da mama em casa, pois o cancro da mama atinge cerca de 1 em cada 8 mulheres em todo o mundo, e atenção que não é um cancro ligado ao publico feminino, há que ter sempre cuidado pois existe também cancro da mama no homem.

30 de julho de 2019

Diferença entre a dieta vegetariana e vegana

terça-feira, julho 30, 2019
Hoje em dia vemos cada vez mais pessoas vegetarianas, e como parece ser um fenómeno crescente, achei interessante escrever um artigo que aborde as vantagens e desvantagens destas dietas. 

Para que possamos entender existem 3 tipos: 

  1. Os veganos não comem nada de origem animal, isto é, não comem carne, peixe, marisco, leite ou ovos. Eles também não compram produtos feitos com produtos de origem animal. 
  2. Os vegetarianos não comem carne nem peixe nem marisco, mas comem ovos e derivados de leite. 
  3. Os flexitarianos têm uma dieta mais flexível, pois tentam ser vegetarianos, mas ocasionalmente comem carne, peixe ou delícias do mar. Um caso bastante comum é o das pessoas que não comem carne, mas comem peixe e marisco. 

Artigo relacionado: Vegetarianismo - O que é e como seguir este regime?

Vantagens da dieta vegetariana 

  • Comer principalmente produtos de origem vegetal tem certas vantagens ao nível da saúde e nutrição, e também ao nível ético
  • A vantagem aparentemente mais óbvia e a razão pela qual a maioria das pessoas decide parar de comer carne ou reduzir o seu consumo: é a de proteger os animais. 
  • Trata-se de uma motivação nobre, tendo em conta que a maioria dos animais é destinada a alimentação humana. 
  • Outro argumento comum dos vegetarianos é o impacto ambiental da produção de alimentos de origem animal. Um bovino consome cerca de 8 a 10% do seu peso diariamente em água, e logicamente, as vacas leiteiras são as que consomem mais água. 
  • Pelo que o metano produzido pelos animais é também um dos principais causas do efeito estufa. 
  • Além disso as dietas ricas em vegetais geralmente têm um alto teor de fibras, algo com um impacto muito positivo na saúde. 
  • Não comer animais reduz a ingestão de gorduras saturadas. 
  • Comer muitas frutas e vegetais também é importante devido às vitaminas e minerais que são importantes para o corpo. 
  • As dietas vegetarianas mostraram ter aspetos positivos para a saúde em pelo menos três aspetos: menor risco de morte por doença cardíaca isquémica, redução dos níveis de colesterol e do índice de massa corporal. 

Desvantagens das dietas vegetarianas 

Ser vegetariano, evita matar animais? É discutível. Às vezes as pessoas não sabem que um aumento do consumo de produtos vegetais tem um efeito duplo: por um lado, reduz o número de mortes de animais criados para alimentação, mas, por outro lado, o cultivo massivo de produtos como trigo, milho, arroz, tendem a favorecer o desmatamento e a destruição do habitat de espécies silvestres. Isso também significa a morte de animais. 


Existem alguns riscos para a saúde para quem faz dietas vegetarianas, tais como a falta de vitamina B12 (especialmente preocupante no caso de mulheres grávidas) falta de ferro ou zinco e falta de vitamina D e cálcio (para vegans) . 

Além disso, existe o risco de consumir um excesso de ácidos gordoss como o ómega 6. 

É aconselhável ser vegetariano ou vegano? 

É uma decisão pessoal. É claro que um vegano que se preocupa com o que come e compensa a falta de algumas vitaminas e minerais, graças a alguns suplementos alimentares pode ter uma dieta muito mais saudável do que um omnívoro que come sem equilibrar a sua dieta ou mudar a alimentação. Mas, para não ter nenhuma carência, é necessário informar-se muito bem, e consultar um nutricionista, para esclarecer qual é a melhor maneira de combinar a ética vegana com hábitos saudáveis. 

No blog Viver Saudavelmente não recomendamos nada, nem ser vegetariano nem ser omnívoro. Temos a opinião que cada pessoa deve decidir o que é melhor para si e depois adaptar-se. O mais importante é ingerir proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, vitaminas e minerais nas proporções recomendadas, seguindo a lógica da pirâmide alimentar. Informe-se com o seu nutricionista que lhe pode fornecer uma lista de alimentos que são recomendados para o consumo diário e os que devem ser consumidos apenas ocasionalmente, além dos que não são recomendados. Alguns desses alimentos são de origem animal, outros de origem vegetal. Mantenha-se informado e tenha atenção à sua dieta, para evitar problemas de saúde. 

29 de julho de 2019

Conheça os alimentos que trabalham em harmonia com seu cabelo

segunda-feira, julho 29, 2019
Investir em uma alimentação nutritiva e rica em vitaminas auxilia na redução da queda de cabelo!

A saúde dos cabelos reflete-se pela manutenção de bons hábitos, o que inclui uma alimentação saudável e rica nos nutrientes mais benéficos aos fios o que ajuda no combate a queda de cabelo e outros problemas comuns.

Assim como uma alimentação balanceada ajuda na saúde dos fios, uma dieta pobre e inadequada pode ser responsável pelo surgimento de problemas capilares, como queda, ressecamento e fios opacos.
A seguir conheça os nutrientes e alimentos que são benéficos aos cabelos!

Quais alimentos ajudam na prevenção da queda de cabelo? 

A queda de cabelo é um dos primeiros indicativos de que a alimentação não está em harmonia com os fios e é preciso revê-la. Alguns nutrientes são os mais importantes na dieta e podem ser encontrados em vários alimentos.

Confira quais os nutrientes mais valiosos para a nutrição capilar e quais alimentos incluir na dieta para obter bons resultados!

Ômega 3 

O ômega 3 é um ácido graxo importante por desenvolver uma ação anti-inflamatória. Ele contribui para dar maior flexibilidade os fios e contribui para a absorção de nutrientes como a vitamina A.

Esse ácido graxo não é produzido pelo organismo, sendo que a quantidade adequada ao organismo deve estar presente na alimentação. Entre os alimentos ricos em ômega 3 destacam-se:

peixes de água fria, como salmão, sardinha e truta;
abacate;
semente de abóbora;
nozes, linhaça e chia.O salmão, por exemplo, também é rico em proteína de qualidade e selênio, o que aumenta a proteção do couro cabeludo contra a radiação ultravioleta e melhora a circulação sanguínea, ajudando na chegada de nutrientes ao bulbo capilar.

Sais minerais 

Também é importante que uma alimentação voltada à saúde capilar e redução da queda de cabelo seja rica em sais minerais como zinco, ferro e selênio.

Esses nutrientes ajudam na nutrição dos folículos capilares e crescimento dos fios. A ausência, por sua vez, pode resultar em fios quebradiços, secos, finos e opacos, causando problemas como caspa e queda.

Entre os alimentos ricos em sais minerais que devem compor a dieta estão: 
  • lentilhas;
  • espinafres;
  • brócolis;
  • couve;
  • ovos;
  • carnes;
  • feijão e soja;
  • sementes de girassol e de abóbora;
  • cereais integrais;
  • chia;
  • castanha-do-Pará e castanha-de-caju. Ao inserir duas unidades de castanha-do-Pará ou castanha-de-caju na dieta diariamente já é possível obter o zinco necessário à saúde tanto capilar quanto do organismo.

Proteínas 

A principal composição dos fios de cabelo é queratina, um tipo de proteína. Na verdade, 97% dos fios são compostos desse nutriente. A deficiência proteica ocasiona problemas como ressecamento, opacidade e quebra dos fios. 

Para garantir o consumo adequado de proteínas para dar mais saúde aos fios insira na dieta: 
  • carnes;
  • peixes;
  • produtos lácteos, como leite e queijos;
  • ovos;
  • legumes;
  • soja;
  • nozes.
Lembre-se que para não desequilibrar a saúde o importante é consumir proteínas magras, como de carnes, frango e peixe. Sem a reposição proteica o organismo não consegue repor os fios que caem, reduzindo o volume. 

Vitaminas 

As vitaminas são essenciais melhorar o fluxo sanguíneo no couro cabeludo garantindo a chegada de oxigênio e nutrientes às células. A deficiência delas pode resultar na quebra dos fios, queda de cabelo e lento crescimento.

Saiba quais são as principais vitaminas para manter a saúde dos cabelos e em quais alimentos elas podem ser encontradas: 

  • a vitamina C é antioxidante e auxilia na produção do colágeno que fortalece os fios. Ela pode ser encontrada em: acerola, kiwi, abacaxi, laranjas, tangerinas, mamão papaia, pimentões, limão, folhas verde-escuras e morangos;
  • a vitamina A contribui na produção de glândulas sebáceas do couro cabeludo, evitando o ressecamento. Ela é encontrada em abundância em: cenoura, batata doce, abóbora, tomate, beterraba, melancia e folhas verde-escuras;
  • as vitaminas do complexo B ajudam a evitar a queda de cabelo, sendo possível encontrá-las em alimentos como: folhas verde-escuras, brócolis, grão-de-bico, aveia, tomates, ovos, salmão, amêndoas, nozes, framboesas, abacate, lentilhas e grãos integrais;
  • a vitamina E tem ação antioxidante e ajuda no crescimento dos cabelos, melhora da circulação sanguínea, equilíbrio do pH capilar e hidratação. Ela pode ser encontrada em nozes, sementes de girassol e abacate.
Portanto, as diversas vitaminas devem fazer parte da alimentação, pois garantem uma série de benefícios aos fios.

Destaca-se que alguns alimentos oferecem diferentes nutrientes, sendo importante ampliar o consumo deles, como salmão, folhas verde-escuras, sementes, oleaginosas, grãos e outros.

Além de conhecer os alimentos benéficos, é relevante conhecer quais evitar. Os principais vilões para os cabelos são os açúcares, carboidratos refinados como massas e pão branco e álcool.

Esses alimentos elevam a insulina no sangue, causando um desequilíbrio hormonal que resulta em prejuízos aos folículos capilares.

Logo, se o objetivo é melhorar a saúde dos fios por meio de uma alimentação adequada que ajude a reduzir a queda de cabelo e outros problemas capilares, invista nos alimentos ricos em nutrientes que atuam em harmonia com os cabelos.

Caso a queda de cabelo ou demais problemas permaneçam ou intensifiquem-se, busque auxílio especializado em uma clínica de cuidados capilares.

28 de julho de 2019

Como prevenir o cancro da pele

domingo, julho 28, 2019
Neste artigo apresentamos algumas recomendações para prevenir o cancro da pele e alertar para a importância da prevenção e da realização de um check-up periódico, para detectar qualquer anormalidade que possa surgir na pele antes que seja tarde demais. 

Como prevenir o cancro da pele

O verão acabou de chegar e para breve está previsto um aumento das temperaturas em Portugal, e por isso altos índices de raios UV, situação que exige uma maior cautela diante do risco de cancro da pele devido à exposição contínua ao sol. 

Nos últimos anos os casos de cancro da pele duplicaram em Portugal, sendo o melanoma, uma das formas mais malignas do cancro da pele, tendo como causa a exposição ao sol excessivo que os portugueses apanham na praia. 

A maioria das pessoas que vai à praia apanha um escaldão e subestima os danos que a queimadura solar pode causar à sua pele, pois acham que a vermelhidão da pele é inofensiva e faz parte do processo de bronzeamento da pele, mas um escaldão pode causar danos irreparáveis na pele e dar origem a cancro na pele. 

Por isso, é necessário ter atenção às mudanças na pele e ao aparecimento de manchas que podem vir a tornar-se perigosas se não forem detetadas a tempo, porque podem vir a tornar-se num cancro da pele. 

Embora o cancro da pele não apareça apenas a partir de manchas visíveis na pele, pois ás vezes também surgem melanomas malignos, sem alterações de cor da pele, sendo muito difíceis de diagnosticar. 

Existem áreas do corpo onde podem surgir vários tipos de cancro, que são muito difíceis de detectar, já que a sua origem é nas células chamadas melanócitos, que nos dão o pigmento da pele, olhos e mucosas. 

Deteção precoce

É de extrema importância a deteção precoce do cancro da pele através de check-ups constantes. Quando o cancro da pele é detectado em estágios iniciais, ele é removido e não há problema, sendo a taxa de sobrevivência muito alta, mas tudo depende do estágio do cancro no qual o diagnóstico foi feito, o que afeta o resultado do tratamento. 

Entre os principais fatores de risco a considerar, estão a exposição prolongada ao sol, ter história familiar de melanoma ou ter mais de 15 ou 20 sinais no corpo. 

Recomendações para prevenir o cancro de pele:

É recomendado visitar um dermatologista pelo menos uma ou duas vezes por ano, para descartar a presença de cancro, como o carcinoma basocelular, carcinoma das células escamosas ou melanomas (o mais grave). 

Deve ter atenção aos sinais que mudam de cor, sejam para mais escuro ou mais claro que o normal. 

Artigo relacionado:  5 Cuidados a ter com a exposição ao sol

Também é aconselhável consultar um dermatologista se as bordas do sinal ficarem irregulares ou aumentarem de tamanho. 

É importante evitar a exposição ao sol nos horários de pico, entre as 11:00 e as 17:00 horas, além de que deve usar protetor solar e aplicá-lo a cada 4 horas nas áreas mais expostas e ter barreiras físicas como chapéus, roupas e lentes escuras. 

Como reconhecer os sintomas do cancro da pele 

A regra ABCDE ajuda a conhecer os sinais de alerta do melanoma

A - Assimetria: o sinal quando dividido ao meio, uma metade é diferente da outra metade. 

B - Borda: as bordas são mal definidas ou irregulares. 

C - Cor: alterações na cor de um sinal, pode até ter diferentes tonalidades, incluindo escurecimento, perda de cor ou a aparência de cores diferentes, como castanho, preto e por vezes de vermelho, azul e branco. 

D - Diâmetro: se o sinal é maior que 6 milímetros. (mais ou menos do tamanho de uma borracha de lápis). 

E - Elevação: o sinal está elevado acima do nível da pele e tem uma superfície irregular. 

Outros sinais de aviso são: 

  • Uma ferida que não cicatriza. 
  • Vermelhidão da pele ou uma inflamação além da borda do sinal. 
  • Alterações na pele (comichão, sensibilidade ou dor). 
  • Alteração na superfície da pele (descamação, exsudação, sangramento ou aparecimento de um nódulo). 

Às vezes é difícil distinguir a diferença entre um melanoma e uma verruga comum, por isso é recomendado que você mostre ao seu médico qualquer sinal que seja duvidoso.

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